O Lírio Dourado é o segundo volume da série Bloodlines, mas não se preocupe se você ainda não leu Laços de Sangue, pois a resenha abaixo não contém absolutamente nenhuma spoiler!
Como todos sabem, sou completamente apaixonada pelo mundo criado pela
Richelle Mead e meu primeiro contato com seus livros se deu através de
Laços de Sangue que foi uma das melhores leituras de 2013 (clique
aqui pra conferir a resenha). Desde então venho tentando me controlar ao máximo para adiar a leitura de
O Lírio Dourado, uma vez que não conseguiria evitar a angústia até abril, quando será lançado
O Feitiço Azul, terceiro livro da série. Agora que abril está logo ali não tive mais desculpas né? Abaixo você confere o que eu achei sobre o livro e, se preferir, pule o vídeo e confira a resenha escrita logo depois!
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Como eu falei, Laços de Sangue não foi só uma das melhores leituras de 2013 como também um dos melhores best-sellers da minha vida. Foi o livro responsável por me fazer superar o meu preconceito com livros sobre vampiros e por isso acredito que sempre será lembrada como uma das minhas séries favoritas.
Quando comecei a ler O Lírio Dourado eu já tinha lido todos os livros da série Academia de Vampiros (pra quem não sabe, Bloodlines é um spin-off de VA) e por isso já estava completamente apegada a esse mundo e a esses personagens. Queria muito saber como acabaria o destino de todos!
Infelizmente, O Lírio Dourado não teve tanta ação quanto eu esperava - o aspecto forte dessa série são realmente as cenas de lutas e ação - e com certeza não foi melhor que Laços de Sangue. Mas calma! Não seria Richelle Mead se não tivesse seus pontos positivos também. Fiquei muito feliz por ver que o romance continua sendo um fator de "segundo plano" nessa história, evitando o grandíssimo clichê de "livro-de-romance-meloso-entre-humanos-e-vampiros". E, apesar de não ter tido taaanta ação quanto eu esperava, as cenas de ação foram todas de tirar o fôlego!
O que pesou mais pra mim foi que a Sydney está passando por uma série de conflitos internos envolvendo sua vida amorosa e a autora não soube lidar muito bem com isso, transformando a Sydney em uma personagem "burra" (amorosamente falando) apenas porque ela nunca tinha namorado antes. Acredito que isso tirou toda a veracidade da personagem! Não é só porque alguém nunca teve uma experiência amorosa antes que ela é incapaz de compreender o que é estar ou não apaixonado. Essas cenas de burrice da personagem realmente me irritaram e atrapalharam um pouco minha experiência com o livro, pois esse é um clichê que eu já estou cansada de ver em livros YA - e nunca imaginei que a Richelle usaria. Ainda bem que sei que o terceiro e o quarto livro retomam a qualidade da série, senão seria uma das maiores decepções da minha vida!
Nota: 3/5
Um grande beijo e até já!
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